24 de novembro de 2009
23 de novembro de 2009
Calada.
Tαlvez αmαnhα eu não estejα mαis αqui, Tαlvez sim eu nem sei, mαis tem umα coisα que quero que sαibα, o quαnto eu te αmo, o quαnto por ti chorei cαlαdα, quαse todαs αs mαdrugαdαs. Esse αmor foi mαntido embrulhαdo com cαrinho dentro de meu corαçαõ, foi guαrdαdo e cuidαdo, foi escondido de todos. Me dediquei α ele todo esse tempo, Mαis nuncα tive α corαgem de te dizer sobre. Forαm tαntos os sofrimentos, só de ouvir suαs históriαs de αmor, de conhecer suαs nαmorαdαs, de sαirmos nαdα mαis, nαdα menos que como αmigos, Cαnsei de escrever cαrtαs jαmαis lidαs, de imαginαr eu mαis você, de ensαiαr em frente αo espelho, de me αrrumαr prα você e de αproveitαr mαliciosαmente seus αbrαços, Mαis há umα coisα dα qual nunca me cαnsei, de te αmαr, de te αdimirαr e olhαr nos seus olhos e te mostrαr o cαminho prα felicidαde, mesmo que nαõ fosse comigo. Mesmo sem sαber, muito você me ensinou sobre o αmor. Mesmo sem querer você inumerαs vezes me mαguou, Tαlvez meu erro tenhα sido não te contαr, mαis pode ser que nuncα mαis eu fosse te tocar. Hoje eu continuo te αmαndo e como sempre esperαndo um diα poder dizer. O QUANTO A VIDA INTEIRA, CALADA, AMEI VOCÊ ♥
_________________________________________________________________________________
Este texto é de uma pessoa muito importante pra mim e posta-lo aqui demonstra essa importância, ela escreve DEMAIS!
Gostaria de agradecer pelos votos que estou tento no concurso mensal BlogStar, muito obrigado!
20 de novembro de 2009
15 de novembro de 2009
Porque estamos sozinhos?
”Quando me sentei do lado dos deuses, a opera estava no seu último ato” e percebo sobre as inerências dessa vida que é preciso ser muito corajoso pra se diferir ao que é real e não ao desejo, volúpia ou o sonho de uma juventude destrutiva, mais destrutiva que o desespero de seus últimos dias.
As pessoas passam a vida inteira procurando uma forma de serem de melhores ou de conseguirem mais e não param, não se cansam e quando se cansam, não bambeiam, é mais fácil perseverar em um erro do que titubear em um acerto e impressionantemente as pessoas mais erram que acertam, algumas precisam de um empurrão um incentivo, mas a maioria se afunda na própria saliva, no próprio sangue, colhendo areia no deserto, água nos mares, o óbvio.
E a solidão inevitavelmente assola as nossas purezas, os nossos dias e as noites, onde a lua nos conduz para um vida eterna e sedentária, lenta, um seguimento serôdio; calmo como a nossa lucidez, porém tão inútil quanto nossa saudade, a solidão é bem pior que discutir a relação, porque essas discussões se aplicam a nós mesmo, é incrível a quantidade de divergências que encontramos nessas conversas ciclo interiores, perversas.
Sinto-me numa analise tão fracassada sobre os sentidos da vida que quase perco a excitação de continuar, esses clichês tão imaturos, previsíveis e continuamos nos mantendo, falando da vida e seus problemas como se não fossemos partes disso, irremediavelmente intocáveis,
Um lado da maça lhe conduz ao perdão, outro ao pecado e se sua gula e boca forem tão grandes a ponto de comer a maçã toda de uma vez, se sentirá melhor por ter aproveitado o extremo, exceto quando o arrependimento lhe disser que a mistura entre o bem e o mal, não convém, é preciso ser muito corajoso pra arriscar o conveniente em busca de uma aventura desorbitada.
Mas sabemos que isso não mudará nunca, eu me sentarei com a vista do horizonte e o trarei até mim, de mãos dadas com minha próxima vitima, estarei estourando minha veias em pulsação, por ser obliquo e transcendente, a rotina, mesmo com tédio, é normal, difícil mesmo é entender porque nos julgamos sozinhos, quando o que queremos é mais espaço, mas paz, menos carinhos, menos atenção, porque nos julgamos sozinhos se construímos nossas vidas baseadas em outras vidas, fazemos nosso teto com alicerces alheios e não paramos enquanto a morte não nos separa, porque estamos sozinhos?
10 de novembro de 2009
Como prometido a crônica ou conto, que me referi em outra postagem anteriormente está postado Clique aqui para ir ao texto.
É uma história realmente grande que será dividida em três capítulos, postei somente o primeiro e duvido que alguém terá paciência ou vontade de ler tudo, em todo caso, postarei os demais capítulos conforme comentários, quando alguém pedir o capítulo dois, ele virá e assim por diante
Espero que gostem, eu tenho me dedicado muito a essa história, mas meu tempo, não me deixa cuidar dos detalhes, por alguns problemas de ortografia e gramática que possa existir, me perdoem.
Ainda hoje colocarei algumas fotos para ilustrar e deixar mais interessante.
(A classificação do texto é destinada a maiores de 18 anos)
Só mais uma vez.
Só mais uma vez, tocar seu corpo como sempre toquei, sentir-se arrepiar em mim, por mim, só mais uma vez!
Esquecer de novo tudo de bom e ruim que agente fez, esquecer até mesmo que agente fez, quis, tentou, esquecer por fim, que não existe fim, só mais uma vez.
Tornar nossa realidade fatal, em mais uma ilusão desigual, mas uma luta ou batalha, a guerra ou sangue, a garganta na navalha.
Só mais uma vez durante tanto tempo, queremos descansar, aquietar e não chorar, só mais uma vez, falado assim pausadamente, é uma frase que não sai da mente.
Enquanto as colinas de gelo vão deixando de se curvar, só mais uma vez eu queria te tocar, com lingua, boca ou com a mão, só mais uma... trasncender a escuridão.
Repitir poucas palavras tantas vezes pra criar um conteudo é se limitar a pouca inspiração, só mais uma vez queria que minhas vozes viessem do coração.
Por fim, queria entender mais uma vez, porque tem fim, saber da razão de minha vida, porque o pra sempre, sempre acaba levando a minha saida, mais uma vez, ficar no beco com a sorte, sem temer, talvez sem querer, a morte.
Só mais uma vez eu paro sem ter o que dizer, fico aqui olhando a tela sem saber, o que pensam, o que querem, sabe se estão me lendo, ou me ouvindo, chorando ou sorrindo, só mais uma vez, me faz feliz, clique aqui, clique ali, contente-me com o que diz.
Só mais um vez, esqueça as certezas, viva um talvez.
Esquecer de novo tudo de bom e ruim que agente fez, esquecer até mesmo que agente fez, quis, tentou, esquecer por fim, que não existe fim, só mais uma vez.
Tornar nossa realidade fatal, em mais uma ilusão desigual, mas uma luta ou batalha, a guerra ou sangue, a garganta na navalha.
Só mais uma vez durante tanto tempo, queremos descansar, aquietar e não chorar, só mais uma vez, falado assim pausadamente, é uma frase que não sai da mente.
Enquanto as colinas de gelo vão deixando de se curvar, só mais uma vez eu queria te tocar, com lingua, boca ou com a mão, só mais uma... trasncender a escuridão.
Repitir poucas palavras tantas vezes pra criar um conteudo é se limitar a pouca inspiração, só mais uma vez queria que minhas vozes viessem do coração.
Por fim, queria entender mais uma vez, porque tem fim, saber da razão de minha vida, porque o pra sempre, sempre acaba levando a minha saida, mais uma vez, ficar no beco com a sorte, sem temer, talvez sem querer, a morte.
Só mais uma vez eu paro sem ter o que dizer, fico aqui olhando a tela sem saber, o que pensam, o que querem, sabe se estão me lendo, ou me ouvindo, chorando ou sorrindo, só mais uma vez, me faz feliz, clique aqui, clique ali, contente-me com o que diz.
Só mais um vez, esqueça as certezas, viva um talvez.
Trecho que não esqueço!
Senta na minha perna, abraça o meu pescoço e fala bem baixinho ao meu ouvido que não sou o responsável por esse vazio frio que nos cobre, que nos prende ou por essa tristeza magra que esfomeada nos devora por não ter o que fazer.
Olha no meu olho e apaga essa lágrima, com um beijo ou um tapa, mas apaga. Porque quando eu cair pra trás sem vida, com o sangue frio e olhar parado, quero estar lindo, como nunca antes fui, só pra fazer lembrar a quem passar, que esse tapete pisado agora já foi vivo, já foi eu.
E por mais que já tenham te dito o que eu disse ou declarado o que falei, nunca verá uma gota salina de alma, tão pura quanto a que brota do meu olho, escorre pela face e defere contra seu peito no momento em que te amo ou no momento em que te perco e nem oceano de choro algum, poderá esperar do momento em que te deixo, afinal morrer não dói, amar sim!
7 de novembro de 2009
A muito, muito tempo atrás em uma galáxia bem distante eu escrevi uma história: história de um jovem rapaz, confuso e atrapalhado, principalmente quando tenta entender seus sentimentos. Se envolve em um caso de amor, cheio de drama, suspense e surpresas. Tudo que poderia acontecer de bom, aconteceu, porem isso trouxe tudo que poderia haver de ruim pra bem perto, tão perto que ele quase se esquece de quem é e de quem ama, as oportunidade vão aparecendo e esse nao é só mais um que sabe aproveita-las, mas alguem que calado, não se resolve, mas no entanto se envolve e muito.
E agora estou voltando com esta história, hoje noite vou dar o décimo capitulo e a repostarei, espero que desta vez ela vá pra frente!
E agora estou voltando com esta história, hoje noite vou dar o décimo capitulo e a repostarei, espero que desta vez ela vá pra frente!
Meu melhor.
O melhor de mim, eu guardei pra depois, vou deixar pra quando for preciso, pra que eu me mostre mais esquivo, mais sabido. Guardei porque não vi necessidade, nem ao menos merecimento que me fizesse, expor assim, tudo que há em mim.
Ao contrário da maioria que na sua extensão, passa maior parte de suas vidas se mascarando em busca da interface perfeita, eu guardei o melhor de mim pra evoluir. Assumindo e vendo que sou uma cópia prepotente, imagem e semelhança de meu criador, não relevo os meus defeitos na procura infantil e falida de abste-los, por completo.
Não me resumo as futilidade nem a hipocrisia dessa vida inconseqüente, de uma vida inconseqüente, mas relato-me todos os dias sobre como sou, o que sou e porque sou, afim de me conhecer, afim na verdade, de não passar sustos, me surpreendendo ao ver que outro alguém, me conhece mais que eu. A precariedade dos meus sentidos nesse aspecto, se dá por pó ao vento, quando tudo que adquiro sendo humilde, sobrepõem o que perco sendo egocêntrico.
E falo de humildade como se ela fosse antônimo de ignorância, mesmo acreditando que a distância desses dois adjetivos é bem menor do que pensamos, as vezes falo pra que se ponham a acreditar, pra que se ponham a me ouvir ou ler, admirando do que posso ser capaz, do que sou. Mas nós sabemos que a busca por quem singelamente mostra tudo o que pensa, deseja e quer, para pessoas totalmente desconhecidas, é por guardar-se, esta busca é para guardar-se, dos perigos que esses pensamentos poderiam causar se escondendo nos cantos almofadados da mente, nas nuvens dos seres inquietos e pensantes que somos nós, nas testas e nucas, olhos e ouvidos.
E um teto de vidro na chuva de pedras, perder-se no caminho reto, guardar-me é difícil e imperecível, mas como todo mal sem causa, é necessário.
Ao contrário da maioria que na sua extensão, passa maior parte de suas vidas se mascarando em busca da interface perfeita, eu guardei o melhor de mim pra evoluir. Assumindo e vendo que sou uma cópia prepotente, imagem e semelhança de meu criador, não relevo os meus defeitos na procura infantil e falida de abste-los, por completo.
Não me resumo as futilidade nem a hipocrisia dessa vida inconseqüente, de uma vida inconseqüente, mas relato-me todos os dias sobre como sou, o que sou e porque sou, afim de me conhecer, afim na verdade, de não passar sustos, me surpreendendo ao ver que outro alguém, me conhece mais que eu. A precariedade dos meus sentidos nesse aspecto, se dá por pó ao vento, quando tudo que adquiro sendo humilde, sobrepõem o que perco sendo egocêntrico.
E falo de humildade como se ela fosse antônimo de ignorância, mesmo acreditando que a distância desses dois adjetivos é bem menor do que pensamos, as vezes falo pra que se ponham a acreditar, pra que se ponham a me ouvir ou ler, admirando do que posso ser capaz, do que sou. Mas nós sabemos que a busca por quem singelamente mostra tudo o que pensa, deseja e quer, para pessoas totalmente desconhecidas, é por guardar-se, esta busca é para guardar-se, dos perigos que esses pensamentos poderiam causar se escondendo nos cantos almofadados da mente, nas nuvens dos seres inquietos e pensantes que somos nós, nas testas e nucas, olhos e ouvidos.
E um teto de vidro na chuva de pedras, perder-se no caminho reto, guardar-me é difícil e imperecível, mas como todo mal sem causa, é necessário.
5 de novembro de 2009
Anciedade
Eu não sei, mas parece que estou sofrendo disso, tem uma coisa dentro de mim se tornando incontrolável que me deixa a inquietar-me, de uma maneira muito intensa, não sei o que faço!
3 de novembro de 2009
Legião de dor.
Me despedacei nas palavras:
__________________________________________________________________________________
O sol tocando o horizonte, vem trazendo em mim coisas que há muito tempo não sentia, é uma nostálgica esperar o que tenho por entre a fraca respiração que me condena, só de pensar já não quero tanto mais lembrar, da solidão que existe aqui, da duvida em saber onde você está, além de dentro de mim.
Quando dou as costas pra essas lembranças, minha sombra na areia não me faz esquecer que o mesmo sol ainda me olha por trás, é inútil esperar que ele se vá, me entregar é a soma de todas as fraquezas, pois a vida continua e já que não te tenho aqui comigo, nada posso fazer, a não ser cuidar de mim, ser feliz ao menos, planejar de novo e dessa vez não ter a inocência de querer apenas ficar bem, bem contigo, comigo e com tudo.
Eu chuto a areia e o vento frio cheio de sal quer me queimar, arrepiar os fios desse martírio. Ainda caminho sentindo o que restou das ondas nos meus pés, deixando que ao voltar elas levem o que restou de mim no chão, cada caco, pedaço, se desfazendo por entre os grãos e a espuma daquela água que também nos molhou quando estávamos parados ali no canto, nosso canto, aquela pedra, o que me resta, sentir sozinho tudo aquilo que eu não soube conquistar. Será que eu sou capaz de me livrar da insegurança, libertar-me de querer demais, com teu amor só queria que eu sentisse dor, veja bem no que me torno, olhe bem quem eu sou.
Quero rasgar-me e ver o sangue manchar toda a pureza, que existe nos teus olhos, como na musica revoltada que me descreve agora, quero tocar os teus cabelos longos, sem que você perceba, sentir a morte mais presente, sem que se quer esteja. Quero olhar-te saindo a porta, sem que eu ordene, ou sem que eu erre, quero ouvir o telefone tocar e não esperar que seja pra mim, mais uma vez, eu sei, quero estar aqui quieto enquanto minha alma grita aprisionada pelo que seca a minha voz, pelo que mata a esperança. Deitar-me em meus lençóis sem te sentir, deixar a janela aberta e ainda não te ouvir chegar, como toda a brisa dessas noites eternas e vazias que me fazem companhia.
E vou no fim acreditar por assim dizer, que sempre existe um caminho, uma luz, ainda que não me convença de mim mesmo, vou esperar que a tristeza passe, que a tarde dure menos, pra que quando a noite cair sobre mim, minhas lágrimas já não sejam contáveis nessa hora, então terei a chance de contar estrelas, fingindo estar bem, vendo a leveza do que me rodeia em busca do sono, porque amanhã será diferente, será outro dia e isso vai passar como tudo por nós passou, como tudo que me torna o que sou, sendo como o nada, só mais uma cara e seu sorriso sem graça, sem entender o que sente, sem querer de repente um anjo ai perto si, que só daria o necessário, o que busca todo aquele que se aquieta e diz a vida, “não me dê atenção, mas obrigado por pensar em mim”.
Então na madrugada enquanto chove, eu vou ligar meu velho rádio sem freqüência e me perder nas estações, sejam elas quantas forem, no entanto quando o cansaço me propuser um acordo e eu meramente fraco, aceitar, ainda saberei ouvir o que tocar, aquelas palavras melancólicas e frágeis que cantarei junto, enquanto choro.
“Quando tudo está perdido, sempre existe uma luz, quando tudo está perdido, sempre existe um caminho, quando tudo está perdido eu me sinto tão sozinho, quanto tudo está perdido, não quero mais ser quem eu sou, mas não me diga isso, não me de atenção e obrigado por pensar, pensar em mim”
Contudo quero pouco, só sonhar, sorrir e te ver como antes, te ver voar.
Assinar:
Postagens (Atom)



